Bolsonaro sanciona lei que aumenta pena a maus-tratos a cães e gatos
O presidente Jair
Bolsonaro sancionou nesta terça-feira (29) o projeto de lei 1095/19 que
aumenta o crime para quem maltratar cães e gatos. "É uma lei muito
bem-vinda. Será compatível com a agresssão que o ser dito racional tem contra
um animal", afirmou o presidente Jair Bolsonaro, durante cerimônia no
Palácio do Planalto, que teve a participação do cão Sansão, que foi vítima de
agressão em Minas Gerais, entre outros animais.
O presidente disse que a
primeira-dama, Michelle Bolsonaro, foi responsável por apoiar a sanção do
projeto. O deputado federal Fred Costa (Patriota-MG), autor do projeto,
lembrou da postagem da primeira-dama, apoiando a sanção da nova lei, e disse
que foi como um "gol de Copa do Mundo".
"Nunca antes na
história deste país abriram essa porta para um evento de promoção de bem-estar
e defesa dos animais", afirmou o deputado, sobre o evento de sanção da
lei. "Não tive em momento nenhum dúvida que isso não fosse acontecer
(sanção do projeto). A partir de hoje, quem cometer crime vai ter o que merece,
prisão."
Atualmente, quem maltrata
animal é enquadrado no art. 32 da Lei de Crimes Ambientais (9.605/98), com pena
de detenção de três meses a um ano de reclusão e multa. A nova lei modifica a
pena e passa para reclusão de dois a cinco anos, além de multa e proibição de o
agressor ser tutor de animais. Além de prever punição a estabelecimentos
comerciais que facilitarem o crime.
A proposta é defendida
por protetores independentes e ONGs. Além disso, a primeira-dama, Michelle
Bolsonaro, também endossou a sanção do projeto de lei, aprovado no dia 9 de
setembro no Senado. O presidente chegou a dizer que faria uma consulta pública
pelas redes sociais para ouvir a opinião sobre o projeto antes de sancioná-lo.


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